O tênis no Brasil atual, já viveu dias melhores, como no ano de 2000, quando Gustavo Kuerten, o Guga, liderava o ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), maior órgão da modalidade. Agora desde o ano passado um nome tem surgido no cenário brasileiro. Trata-se de Thomaz Belucci, atual 30º do ranking, mas por favor que não seja comparado ao Guga, porque onde ele chegou, será muito dificil que outro brasileiro chegue.
Talvez esta escassez de novos jogadores, ocorra pelo fato de o esporte ter um custo beneficio muito alto, sendo gasto muito dinheiro com torneios, materiais esportivos, encordoamento de raquetes, entre outros. Em contrapartida a profissionalização do atleta gera muito lucro, seja com patrocínios, na maioria vitalícios, ou com torneios conquistados, variando a sua premiação em dinheiro.
O esporte é considerado de elite no Brasil, visto que, a disciplina e o respeito ao próximo é colocado em quadra desde o início. Por outro lado, a modalidade não está sendo muito desenvolvida no país atualmente, sendo um dos motivos, pela falta de um grande ídolo, já citado acima.
Dentre tantos os esportes existentes, o tênis é um dos que exige mais do atleta, seja o lado físico, com treinos, cuja duração gira em torno de seis horas diárias e o psicológico, que sempre que necessário recebe auxílio de um profissional. Enquanto a seu favor pesa o trabalho individual e coletivo, na qual o jogador deve estar apto para desenvolver as duas funções, seja para jogar simples ou duplas.
Por fim o tênis é muito desenvolvido fora do país, com universidades dos Estados Unidos e da Espanha, oferecendo bolsas de estudos de até 100%, para o tenista desempenhar o seu melhor jogo nas respectivas faculdades. Em oposição, a língua estrangeira vem na contramão desses estudantes, porque o medo de fracassar fora do Brasil faz o adolescente pensar bem em seu futuro, optando na maioria das vezes pelo estudo.
Até a próxima.
março 01, 2011
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